“Sol Invictus”- Faith No More – Resenha

 

“Sol Invictus”- Faith No More – Resenha

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O disco novo, “Sol Invictus” https://www.youtube.com/watch?v=Gix-KxxTimg lançado em maio de 2015, está ótimo. É sensacional, vale a audição, com certeza, os fãs, comprarão o álbum em qualquer formato, surfando a onda, colocamos para sua audiação para que ouça enquanto estiver estas distinhas linhas dedicadas ao Faith No More.

 
Parece que no século XXI , as bandas de Rock, como o Rock and Roll, virou aquele time de figurantes, lá no fundo, fantasiados de mortos vivos, de zumbis no seriado do Walking Dead, um grande sucesso, diga-se de passsagem, tem aqueles, que falam que os quadrinhos, originais, eram melhor, mas faz tempo que não se consegue agradar todos, nem Cristo teria conseguido tal façanha, enfim, dizem também que a unanimidade é burra, teria dito Nelson Rodrigues, um reacionário inteligente, que falta faz para a direita descerebrada, seguindo uivos e velhos gagás, enfim, Mike Patton está a anos luz dessa gentalha, como diria o Kiko.

 
Conheci a banda, em 1991, foi uma verdadeira comoção. Vieram no pacote rock in rio, encabeçado pelo Guns ´N´Roses, o auge da época, consta que tinham inveja do Nirvana, devem voltar para arrecadar uns trocados , afinal, separados, os recursos financeiros minguaram, acontece nas melhores famílias.

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Todavia, a presença cênica, de Patton, roubou o coração dos rockeiros brasileiros, amor à primeira vista, nunca perderam fãs, ao contrário, só aumentaram , a cada disco maravilhoso que gravaram, assim, com “Sol Invictus” acontece o mesmo. Com o Faith, em relação a discos novos, a máxima, mais do mesmo, funciona, de modo prático.

 

O Top 10 se inicia com a faixa título, clima épico, perfeita introdução, em um crescente, indicando que vem coisa boa por aí. Além do vocalista , justiça seja feita, o time ainda conta com Roddy Button, Mike Bordin, Billy Gould e o guitarrista Joe Anderson. Roddy, o tecladista, é o líder natural, Mike se revelou como um dos melhores do mundo, assumindo a cozinha, da Sharon, com Robert Trujillo, hoje no Metallica, na época que o Príncipe das Trevas, também conhecido como Ozzy Osbourne, fazia estragos com uma banda que ainda tinha Zakk Wilde na guitarra, demais!

 
Em seguida, vem “SuperHero“, uma canção típica dos melhores momento do FNM, os vocais, de Patton, como de Button, fazem um lance muito legal, sobrepondo uma sobre a outra, aquele peso, do baixo e bateria, aliás Mr. Gould também é uma eminência parda entre os baixistas; “Sunny Side Up” é a terceira, soa como uma nova “Evidence”, no sentido de ser mais calma, mas mesmo assim somos abençoados com os gritoa irados e aquela pitada de erudição que Roddy sempre gosta de insinuar, candita séria a hit do disco;

Dustin Rabin Photography, Faith No More, FNM, Dustin Rabin

Dustin Rabin Photography, Faith No More, FNM, Dustin Rabin

“Separion Anxiety” vem de encontro a expectativa de seus adoradores, a voz sussurada, o peso, do jeito que só eles fazem, o timbre do baixo se destaca, como sempre, o refrão já está assimilado, fugindo do comum, como é a praxe da banda; o trabalho das seis cordas também chamarão atenção dos apreciadores; “Cone Of Shane”, a próxima, começa com um dedilhado, gótico, de guitarra, em um crescente, que me fez lembrar de Bowie, com certeza um ícone que fez a cabeça da rapaziada, caso contrário, não desfaçamos o sonho da criança; “Rise of the Fall“, permite respirar, uma levada aparentemente mais tranquila, os teclados, como sempre, nos trazem uma bela melodia, as vozes, a guitarra , a pegada do baixo e bateria, isso, realmente é Faith No More, muito bom, mais!; “Black Friday” é bem divertida, parece música de festinha de criança, da família Adams, para se entender melhor;

 
Faltava no repertório do FNM uma música chamada “Motherfucker”, é a oitava. Na sequência vem “Matador” que já vinha sendo apresentada ao vivo, candidata a se tornar clássica, uma bela introdução de teclados, chega a lembrar uma ópera;Roddy gosta de passar esse clima, uma textura, que ajudar a dar um clima original ao som da banda. Para fechar, com chave de ouro, “From The Dead”. Excelente! Tudo de Bom!!!

!!!

 

 

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