“Crítica Literária”

Já fazia um tempo que não escrevia nada para o meu blog, não tinha nenhum assunto que me inspirasse, então comecei a dar uma olhada no Facebook, esbarrei no escritor Max Mallmann, um post onde mencionava sobre uma “crítica literária” de um livro escrito e assinado supostamente por um pseudônimo.

Tudo vale a pena se a alma não é pequena, frase de Fernando Pessoa, que me veio na cabeça, aquilo me chamou atenção.

Já fui lendo os comentários e dando minhas opiniões, ainda nem tinha lido a matéria. O livro seria sobre uma trama policial, talvez, o fato, que a resenha, que não era uma resenha, mas uma espécie de acerto de contas, pois o autor da crítica suprimia a história em si e sustentava ser a identidade do escritor seu maior mistério.

Logo, notei que era na Folha   http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/05/1775409-autor-se-esconde-sob-pseudonimo-feminino-em-trama-policial-cliche.shtml bom , depois do japonês Kim ter virado colunista, tirando um pouco da credibilidade do jornal, em minha opinião, fiquei meio cabreiro, seria tudo isso uma armação para fazer o marketing de um livro que passaria batido, poderia ser, foi o que pensei.

Sinceramente, se não fosse o Max nem teria parado para descobrir que o tal livro chama :”Esta Terra Selvagem”, de Isabel Mostaukas, laçado pela Cia das Letras.
Talvez o nome que assinasse a crítica também fosse, Fake, fui lá,  no Google, na versão digital só tem o nome e menciona ser um texto avulso, mas o Adriano existia mesmo, até postei o currículo na rede, do professor, teve quem questionou, respondi prometendo um post no meu blog.

Pois então, cheguei a pensar que fosse o Max Mallmann, o autor, de “As Mil Mortes de César” http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/05/as-mil-mortes-de-cesar-e-o-novo-livro-de-max-mallmann-4505921.html  , lançado pela Rocco,  que Isabel fosse seu outro nome; mas li outro comentário, seu, do Max,  logo imaginei que não fosse, no entanto, o professor Adriano era real, mas seu texto não batia com seu perfil acadêmico, pelo mau humor, diga-se de passagem.

Isso porque, como resenhista, sei que existem atalhos, para comentar um livro, que lemos e não gostamos, fez isso, mas deixou escapar de que não deve ter gostado da trama, enfim, acho que foi isso que chamou atenção. Se fosse mesmo planejado talvez não ficasse tão bom.

Ficou parecendo um jogo literário daqueles que o Fernando Pessoa, de vez em quando, gostava de fazer, com a audiência, como aquele episódio da Boca do Inferno que colocou a Scotland Yard  para investigar o suposto suicídio do ocultista Aliester Crowley. Talvez fosse muito “teoria da conspiração”.

Também pudera, Max Mallmann é um escritor, talvez fizesse sentido a tese, fosse um caso de ficção explícita, fui lendo, comentando, pesquisando e até encontrei a sinopse do livro que foi omitida no texto da Folha. As coisas começaram a fazer sentido.

Em todo caso, segue abaixo link para a sinopse de ”Esta Terra Selvagem”, de Isabel Mostaukas, lançado pela Cia das Letrashttp://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13952

 

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