Débora di Sá selecionada para a fase final do Prêmio SESC-DF de Músicas 2011

A música “O Elefante e a bailarina”, de autoria de Débora di Sá (música) e Itamar Pires Ribeiro (letra), foi a única composição de autores goianos selecionada para a fase final do Prêmio SESC de Músicas 2011, promovido pelo SESC do Distrito Federal.

 A apresentação da música e de outras 29 concorrentes acontecerá no Teatro do SESC Garagem, em Brasília, entre os dias 30 de novembro, 1, 2 e 3 de dezembro em shows abertos ao público. As doze melhores músicas integrarão um CD do Festival, a ser lançado em 2012 pelo SESC.

Cabe lembrar que Débora di Sá é cantora, compositora, atriz e artista circense, atua na cena musical de Goiânia desde meados dos anos 90. Foi a voz principal da Banda Senhor Blanchu, com a qual gravou um CD em 2001. A partir de 2007 inciou carreira solo e prepara para 2012 o lançamento de seus primeiros CD e DVD solo.

A parceria musical com Itamar Pires Ribeiro produziu a peça “O Circo dos Amores Impossíveis” https://tecnocibernetico.wordpress.com/2011/01/14/teatro-o-circo-dos-amores-impossiveis/ , já apresentada várias vezes em palcos de Goiânia, e da qual “O Elefante e a Bailarina” faz parte. Essa música também integra o cd e dvd Pequeno Projeto de Poema Franco, que será lançado em 03/04/12, no Teatro SESI.

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O PRÍNCIPE FELIZ – Espetáculo Infantil no SESC Faiçalville -Goiânia

 A Cia Novo Ato http://teatronovoato.blogspot.com/  encena o encantador espetáculo infantil ‘O Príncipe Feliz“que conta a estória de uma Andorinha e de um príncipe que está triste porque, quando era vivo, era feliz, embora não soubesse o que havia para lá dos muros do palácio onde morava. Porém, agora que está morto, conhece a miséria que habita na sua cidade.

 Por isso, não pára de chorar, cheio de tristeza. Então, o Príncipe conta  com a ajuda da Andorinha para ajudar o seu povo. Relutante, a pequena andorinha acede ao seu pedido por sentir pena do Príncipe. Elenco: Loren Ribeiro: Arlequim, A morte, a menina,manipuladora de bonecos Luiz Cláudio: Príncipe Luciano Di Freitas:Arlequim Marília Ribeiro: Princesa,andorinha e arlequim Preparação Corporal: Francisco Nikollay Trilha Sonora: Studio Pandarus Produção: Luiz Valentim Texto: Oscar Wilde Direção: Luiz Cláudio.

 Dia:29 de Outubro às 15:30 horas no SESC FAIÇALVILLE Av Ipanema n°1600 Setor Faiçalville-Goiânia. Entrada Franca O Príncipe Feliz –Espetáculo infantil

TEATRO : Personagens de GUIMARÃES ROSA Entram Em Cena na Peça “SER TÃO GRANDE”

TEATRO : PERSONAGENS DE GUIMARÃES ROSA ENTRAM EM CENA NA PEÇA “SER TÃO GRANDE”

O Projeto Cortina Aberta do SESC http://www.sescgo.com.br/pt-br/home.php , em sua segunda edição, apresenta a peça SER TÃO GRANDE, do Grupo Arte & Fatos, nessa quinta-feira (16/06) às 19:30 horas,no salão de eventos do SESC Faiçalville, localizado à Avenida Ipanema, no Setor Faiçalville, em Goiânia.

Danilo Alencar, diretor do Grupo Arte & Fatos, que faz parte da
Coordenação de Arte e Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Apoio
Estudantil da PUC Goiás http://www.ucg.br/puc/portal/capa/ , trabalhou durante um ano e meio com nove atores na montagem da peça. O texto da dramaturga Renata Pallotini, é uma adaptação de vários personagens da obra de João Guimarães Rosa como Sarapalha, Manoelzão e Miguilim e  Grande Sertão: Veredas.


A trilha sonora da peça é assinada por Ney Couteiro e Danilo Alencar.
Os figurinos foram criados por Rosi Martins, o cenário é de Shell
Junior, Lana Jubé e Gabriel Côrtes, com iluminação de  Rodrigo Horse
e ainda conta com a coreografia de João Bragança e a produção de Vera
Inês.

*Serviço:*

Peça:  SER TÃO GRANDE
Data: 16 de junho (quinta-feira)
Horário: 19:30 horas
Local: SESC Faiçalville – Avenida Ipanema, 1.600 – Setor Faiçalville.(Goiânia-GO)
Entrada: um litro de Leite longa vida.

Teatro – “O Circo dos Amores Impossíveis”

O Crítico Teatral


Tive o privilégio (a convite dos organizadores do evento) de participar, como parte do público – detalhe a casa estava cheia – do espetáculo teatral “O Circo dos Amores Impossíveis”, por ocasião do Goânia em Cena 2010, Festival Internacional de Artes Cênicas, em sua 9ª edição, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a UFG, que ocorreu no Centro Cultural Martim Cererê com apoio da Agepel.

A peça, em questão, foi composta ao longo de 8 anos pelo poeta e escritor Itamar Pires Ribeiro, responsável pelo texto, e por Débora di Sá, que assina a parte musical do espetáculo. Aliás, belas canções que servem para contar a história de amor entre uma bailarina e um atirador de facas em um circo, com direito à mulher barbada, um elefante chamado Godofredo, o apresentador e um hilário investigador que tenta decifrar à tragicomédia que está sendo encenada no palco.

Resumindo, podemos dizer que se trata de um musical no melhor estilo de “Os Saltimbancos”, com malabarismos circenses e tudo mais, de Chico Buarque de Holanda. Por algum motivo ainda não identificado, me veio à memória “O Fantasma da Ópera”, um romance francês escrito por Gaston Leroux, publicado pela primeira vez em 1910, que sem dúvida atingiu seu auge quando foi adaptada para a Broadway por Andrew Loyd Weber, em 1986, e que ainda hoje está em cartaz.

Isto porque o mundo lúdico a que somos apresentados logo nos envolve e nos leva para o coração da trama que, em um primeiro momento, parece ter um tom policialesco. O apresentador contrata um atrapalhado investigador particular, responsável por boa parte dos risos da platéia, para resolver a história de amor entre a bailarina e o atirador de facas que acaba em uma tragédia. Aparentemente passional. A direção, muita segura por sinal, é assinada por Lua Barreto que soube dosar muito bem a trama à música que está presente em todo o espetáculo.

 

Os atores (Débora di Sá, Reginaldo Mesquita, Diogo Aguiar, Marcelo di Castro, Juliana Barbosa e Heitor di Sá) não interpretam apenas – ofício que fazem muito bem aliás, mas também tocam instrumentos musicais como guitarra, bateria, percussão e teclados, e também cantam. Revelando-se grandes cantores. Tudo isso embalado com belos figurinos e complementados pela empolgante coreografia assinada por Luciana Caetano.

 

No resumo da ópera, entre risos e aplausos, com a emoção à flor da pele e com a alma, literalmente, lavada, me flagrei, como toda platéia, ovacionando de pé o espetáculo que os atores nos presenteavam ao interpretá-lo para um público que se encantou durante toda a apresentação. Agora, só me resta socializar estas minhas observações com nossos leitores.

Tudo de bom!

Texto originalmente publicado na Revista HOJE http://www.revistahoje.com.br/primeiro_plano.asp?id=108&titulo=Papo%20do%20Pomps&coluna=CulturaMix&id_categoria=Colunas&edicao=EDI%C3%87%C3%83O_52