Entrevista com o escritor Cesar Luis, postado originalmente em na data de 6/08/2017 em http://meuslivrosdeliteraturaehistoria.blogspot.com.br/2017/08/entrevista-com-autora-cesar-luis.html.   

Autor de cinco títulos, com destaque para Pedras Negras e Saluh, além de A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa https://www.amazon.com.br/MENINA-QUE-N%C3%83O-GOSTAVA-ROSA-ebook/dp/B07252QHTJ 

“A menina que não gostava de COR-DE-ROSA” é uma obra de ficção cuja trama trata da paranormalidade de uma órfã chamada Jéssica Kramer. Trata-se de uma trama diabólica, por meio de um  texto, que beira o sinistro, além de provocar o medo, instigando a imaginação, do leitor(a), escrito em colaboração com Boriska Petrovna; assista ao booktrailer  https://www.youtube.com/watch?v=2V8k-nioqpo

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  1. Fale um pouco sobre sua trajetória de vida, antes de se dedicar à literatura.

Eu nasci e cresci em São Bernardo do Campo – SP, fui educado em um grande colégio católico e desde sempre fui atraído pelas artes e esportes. Os esportes ainda têm espaço importante na minha vida, mas as artes ocupam a maior parte do meu tempo. Nos últimos 30 anos eu me dediquei à música e às artes plásticas, mas foi a atividade marginal de escrever que acabou prevalecendo.

  1. Quando descobriu sua “vocação” para escrever?

Descobri a escrita escrevendo. Nos meus tempos de Faculdade de Direito comecei a escrever ensaios sobre filosofia (o que me custou o diploma, pois a filosofia destruiu toda ilusão que ainda me restava sobre o universo jurídico). Antes eu desenvolvia meus pensamentos em forma de poemas e letras de música, mas foi a prosa que mostrou o melhor caminho pra satisfazer minhas necessidades de expressão artística.

  1. Fale um pouco sobre os livros que já publicou.

Até hoje são cinco títulos. O primeiro e o segundo (Pedras Negras e Saluh) abordam temas comumente conhecidos como “Teorias da Conspiração”, mas não se limitam a isso. Apesar de ir um pouco além do “normal”, esses dois livros são bastante interessantes no conteúdo.

Recentemente foi lançado “A Menina que não gostava de Cor-de-Rosa” que foi uma colaboração minha com o escritor goiano, Carlos Pompeu (Boriska Petrovna). O livro aborda o tema da naturalidade do sobrenatural e como a ignorância combina com a ganância (igual queijo e goiabada).

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Jéssica Kramer- A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa

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Jéssica Kramer é uma garota paranormal, orfã de pai e mãe, adotada por um casal atormentado por vidas passadas, que acaba sendo internada em um manicômio, mas ela  foge, desorientada, sem saber ao certo quem é.

Aos poucos, com o tempo, diante dos obstáculos que a vida lhe reserva vai descobrindo seus poderes psíquicos, inclusive chega pensar estar possuída pelo diabo, busca apoio na psicologia, inconscientemente, por meio de um psicólogo voluntário, mas acaba por enlouquecer, ou deixá-lo com mais dúvidas do que convicções, seu orientador, então, leva o caso até, um amigo,  um padre para fazer seu exorcismo, visto se essa sua especialidade, mas  este religioso, por sua vez, é cheio de culpa e arrependimento, pelo seu passado.

Isso causou mais transtornos para si, do que para a menina, que, por sua vez, em uma outra situação, havia sido oferecida, como sacrifício, por seus pais biológicos, que se suicidaram, na verdade fizeram um acordo espiritual, se desencarnando, podendo , dessa forma, escapar de  uma seita satânica, com a qual fizeram um pacto, de lhe entregar a criança, que, por sua vez, a usariam , seu corpo, seu espírito, sua alma, para realizar um ritual que traria o anticristo, ou algo semelhante, com uma energia escura e, dessa forma, estabelecer o reino das trevas na Terra.

https://www.amazon.com.br/MENINA-QUE-N%C3%83O-GOSTAVA-ROSA-ebook/dp/B07252QHTJ

 

“Mundo Virtual”- Clique Enter para Jogar!”

Mundo Virtual- Clique Enter para Jogar!” é um romance de ficção de Carlos Pompeu (Boris de Pedra) lançado na versão E-book, disponível no site da Amazon, estando participando do Prêmio Kindle de Literatura. Trata-se de uma narrativa sobre hackers, crimes virtuais, além de outras histórias. Toda a ação é intermediada, ou sugerida, por meio de
computadores, smartphones, no rastro dos avanços tecnológicos que, mais do que nunca, fazem parte do nosso cotidiano.

 

Clique no link abaixo e acesse a página da Amazon:

https://www.amazon.com.br/Mundo-Virtual-Clique-Enter-Jogar-ebook/dp/B01LW2GNTN/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1473427071&sr=1-1&keywords=mundo+virtual+carlos+pompeu

Na trama, de “Mundo Virtual- Clique Enter para Jogar!”, a investigadora, do departamento de crimes virtuais, da polícia, Patrícia Lessa, está na cola do perigoso hacker Klaus Caos que planeja dar um golpe em uma fábrica de videogames, onde em uma conspiração,Téo Moretti, especialista em segurança digital, acaba se envolvendo, pois sua filha adolescente,em crise de identidade, se envolve emocionalmente com Klaus Caos pela internet.

“MUNDO VIRTUAL – Clique Enter para Jogar” é um romance de ficção, cheio de histórias, que tem sua trama acontecendo nos dias atuais. Aliás um reflexo do mundo em que vivemos, o mundo das relações virtuais. Uma rede de informação que, às vezes , é uma terra sem lei para os crackers, os hackers do mal. Mas, uma sensual e inteligente agente de polícia, Patrícia Lessa, está na cola dos piratas virtuais.

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“Poção Mágica”- Prelúdio

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Prelúdio.

Uma relação de amor não surge ao acaso, em muitas vezes estão ligados à uma vida passada, entre espíritos que se reencontram para desfazer mal entendidos, buscando harmonização, perdão e aprendizado; portanto, às vezes somos ligados a outras pessoas em outas encarnações.

Se esse reajuste não ocorre devido à separação do casal, por uma amor proibido, por exemplo, isso gera um carma,que segundo o budismo e o hinduísmo, significa ação, resultado direto de ecisões que tomamos no passado, provocando que essa situação aconteça em outras vidas até que seja desfeito o mal.

Romeu & Julieta, um clássico de Shakespeare, teria tido como inspiração, um conto de poeta romano Ovídio, Píramo & Tisbe, sobre um jovem plebeu e uma linda princesa, que trata de um amor proibido, entre dois jovens amantes.

Assim, por um capricho literário, essa trama poderia ter uma de suas tentativas de reajuste nos dias em que vivemos, poderia ser um romance virtual, onde almas gêmeas se reencontram em uma rede social por exemplo.

E foi isso o que aconteceu entre Sophia, cujo nome tem origem entre os gregos antigos, significando sabedoria, também como a figura feminina para o verbo, definindo sua santidade, a sabedoria divina, uma psicóloga, e Miguel, que tem o nome do arcanjo, um músico de barzinho, que voltam a se rever vinte anos após o fim de um  namoro.

Eles, Sophia & Miguel, estão vivendo, cada um a seu modo, conflitos internos, sendo que ao serem reaproximados, pelo destino e pela tecnologia, acreditam terem encontrado um no outro, a sua outra metade.

Este conceito, de almas gêmeas, nos teria sido apresentado por Platão, o filósofo grego, o maior de todos os tempos, que fundou a Academia de Atenas, a primeira instituição de ensino superior, do mundo ocidental, o autor de “O mito da caverna”, nos faz lembrar que no início dos tempos, o filósofo postulou a hipótese, de que antes de sermos seres humanos, como homem e mulher, éramos uma esfera. com quatro braços, quatro pernas, dois rostos, dois troncos e uma única alma. Denominada Barbela.

No entanto, estes seres, devido sua harmonia, deixaram se levar pelo ego, em uma alusão ao que mais tarde o Livro do Gênesis, na Bíblia, e o Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, denominariam como sendo Adão e Eva e o paraíso perdido.

Enquanto, Adão e Eva, são expulsos do paraíso, ao serem enganados pela serpente, uma alegoria do ego, ao desobedecerem  Deus e comerem o fruto proibido.

Na mitologia grega, por sia vez, temos Prometeu, aquele que roubou o fogo dos deuses e por isso foi castigado. Estes seres, Barbelas, também desafiaram os deuses, ao se acharem superiores, tendo sido castigados ao serem divididos ao meio.

Assim nasce o conceito de almas gêmeas, segundo a lenda, que a partir desse momento, os seres humanos passaram a procurar a sua outra metade.

Na Cabala, pensamento originado no judaísmo, uma filosofia religiosa, ensinamentos esotéricos que investigam a natureza do universo e do ser humano, também menciona este conceito, de almas gêmeas, sugerindo que quando a alma foi criada, por Deus, também foi concebia outra alma, a gêmea.

Desta forma, tanto Sophia quanto Miguel, têm a impressão que são eles almas gêmeas que se buscam, se procuram , tendo por finalidade, a evolução espiritual.

Mas ainda faltava um toque de mágica nessa narrativa, um truque,  uma pequena trapaça, um ingrediente a mais, que ao ser acrescentado, tornaria-se  algo mais sedutor  para o leitor. Algo fora do comum, que fosse além dos conceitos já aprensentados como almas gêmeas, carma, vidas passadas e um amor  proibido.

Um motivo que pudesse fazer sentido e mover a trama com uma pitada de suspense, criando uma expectativa  maior e fora do lugar comum. Isso poderia acontecer com a magia, um feitiço de amor, que uniria os dois personagens  em uma história de amor.

Assim, aproveitando, pegando carona, nos clássicos da Literatura, como as tragédias de Píramo & Tisbe, de Ovídio, e Romeu & Julieta, de Shakespeare, buscamos outra narrativa, que tem origem em uma lenda celta, o trágico amor de Tristão & Isolda, o elemento que viria a dar título à esta narrativa, uma poção mágica.

Myrdin e Minerva, dentro dessa probabilidade imaginada, de um carma, um amor proibido, que insiste em ser revivido, aparecem como sendo os verdadeiros culpados de toda a confusão que teria se iniciado em Harappa, a primeira civilização da Índia, 3.000 antes de Cristo.

Cabe ressaltar, sobre reencarnações, que os espíritos nem sempre continuam sendo do mesmo gênero, sugerindo uma mudança de sexo, portanto nada impediria que fosse Sophia,  na Idade Média, o feitiçeiro Myrdin, enquanto Miguel Arcanjo, por sua vez, poderia ter sido a bruxa Minerva, que por meio de um feitiço de amor  teria conquistado o amor e Myrdin e o aprisionado em seu coração.

No entanto intervir na vida dos outros, por meio de feitiços, mandingas e encantamentos, pode ter lá suas consequências, gerando assim, um carma,  maior , ou mesmo uma situação ainda mais complicada.  Dizem que o acaso não existe. Por isso, coincidências não ocorrem porventura

Todavia,  Sophia, a psicóloga, fez uma terapia de vidas passadas, coincidentemente, ao mesmo tempo,  reenconttou, em uma rede social, Miguel, que sempre a teve em seu coração. Mero sincronismo ou puro magnetismo.

Enfim, alguma coisa, fora do comum, talvez sobrenatural, os envolvia, talvez não era, o caso,  almas gêmeas, apenas uma forte atração, poderia até mesmo ser o verdadeiro amor.

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Leia o livro todo, clique:  http://borisescritor.blogspot.com.br/

A Bruxa que Eu Amei

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Não compre leia grátis, isso mesmo, esse é o novo lema do escritor blogueiro Boris de Pedra em relação à sua produção literária, após liberar “O Vendedor de  Funerária” http://ovendedordefuneraria.blogspot.com.br/ , sobre um serial killer que vende caixões para a família de suas vítimas, um perfeito capitalista f.d.p., agora, o autor, começa, a liberar, aos poucos, em doses homeopáticas, POÇÃO MÁGICA, uma história de amor sobrenatural, até então vendida no formato E-Book pelo site da Amazon.

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Devido aos escândalos de fraude nessa plataforma http://startse.infomoney.com.br/portal/2015/11/03/14809/aps-escndalo-de-ms-condies-amazon-cria-novos-benefcios-a-seus-funcionrios/ o autor, rompe com essa estrutura, que ficou manchada http://super.abril.com.br/cultura/best-sellers-falsificados, e libera sua obra para os internautas no formato blog, onde basta acessar o link para ler as histórias.

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Sendo assim, “A Bruxa que Eu Amei”http://abruxaqueeuamei.blogspot.com.br/2016/04/a-bruxa-que-eu-amei.html  é um extrato da narrativa sobre Sophia & Miguel, possivelmente almas gêmeas, que viveram um amor proibido em vidas passadas, na Idade Média, na Índia 3.000 a.C, envolvidos em feitiços, magias e maldições e carmas que carregaram ao longo de suas reencarnações.

Com essa narrativa, Boris de Pedra, se destaca como autor, original, fugindo do lugar comum, investindo na contracultura, mergulhando de cabeça na ficção e no sobrenatural, aliás, sua especialidade.

Boris de Pedra lança “Candabul” em Blog!

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Boris de Pedra, o escritor blogueiro, do Tecnocibernético, lança na internet mais um blog literário, http://candabul.blogspot.com.br/2016/04/candabul.html, onde você pode ler, um conto, aliás uma livre inspiração, sobre o feitiçeiro “Candabul“, filho da lendária Bruxa de Évora, que andava em cima de um bode, cujo narrativa chegou ao Brasil, com as caravelas de Cabral, onde é muito popular, de carona em outro mito cristão, São Cipriano, da Antióquia, um verdadeiro best seller, com seu famoso Livro da Capa Preta, que por sua vez, teria sido discípulo de Yeborath, o nome original em hebraico, e Iébora para os árabes.

A Bruxa de Évora é um dos personagens mais famosos, populares e misteriosos do folclore e das lendas de magia, sua origem vem da Antigo Oriente, na Mesopotâmia, dos tempos da Babilônia, onde os ocultistas praticavam a magia dos antigos caldeus, até o século III d.C.

A lenda atravessou os séculos, por meio do Mar Mediterrâneo, em uma migração de mitos, chegando na Penísula Ibérica, com os mouros sarracenos, os árabes, de carona com São Cipriano, tornando se bastante popular com seu grimório, o Livro da Capa Preta, na Idade Média.

Além disso existe a cidade de Évora, no Alentejo, em Portugal, que teria sido fundada nos tempos do Império Romano, mas teria sua origem celta, sendo Évora, a forma cultuada da deusa dos druídas, de Avalon, entre os povos da Penísula Ibérica.

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O Feitiçeiro da Antióquia, Cipriano , se converteu ao cristianismo, sendo perseguido por isso, no entanto com seu martírio, por sua fé em Cristo, tornou-se São Cipriano.

O relato, em forma de um pequeno conto, relata a trágica história de Candabul, o filho da Bruxa de Évora que se apaixona pela bela Ofélia, que fora raptada por Matacabel, um feitiçeiro rival.

Todavia, os pais de Ofélia, camponeses que trabalhavam na Quinta de Don Álvaro, não viam com bons olhos, tão pouco queriam um genro feitiçeiro. Assim, Candabul fez uso de ardil, feitiços e bruxedos para ter seu amor de volta, mas de nada adiantou, pois a bela Ofélia com um nobre fidalgo se casou.

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Autor lança Livro em Blog

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Boris de Pedra, o autor, de O Vendedor de Funerária, buscando ampliar seu público leitor, libera o texto na íntegra, até então vendido pelo site da Amazon. Segundo o escritor, a perspectiva de atingir um público maior foi o que levou a publicar seu e-book em um blog. Portanto, a história de terror do serial killer Pedro Botelho, que é um dos nomes do diabo na região Norte do Brasil, pode ser conferida , sem custos, pelo link: http://ovendedordefuneraria.blogspot.com.br/