Resenha -A Menina Que Não Gostava De Cor-De-Rosa – Autores: Boriska Petrovna e Cesar Luis

A Menina Que Não Gostava De Cor-De-Rosa – Resenha  Autores: Boriska Petrovna e Cesar luis  Editora: Luna  ISBN: 9788569453031  Pág: 155  Jéssica Kramer tem o dom da paranormalidade; concebida em um ritual das trevas, ela é peça importante para que um mal sem precedentes se espalhe na Terra.  Consciente de seus poderes, Jéssica sabe que poderá usá-los em benefício próprio, para defender-se da maldade alheia. Ela não sabe nada sobre seus pais, criada desde sempre em um orfanato, teve que aprender a se bastar. Quando seus poderes começaram a se manifestar, tudo era muito confuso e ela não sabia controlar. Com o passar do tempo ela foi conseguindo dominar suas sensações, tornando-se uma sensitiva extremamente forte.  Mas apesar de tudo ela é uma pessoa solitária, sem família e sem amigos O único que ainda permanecia por perto era o ancião que falava dentro de sua cabeça tentando influenciá-la.  Buscando viver por conta própria, Jéssica sai em busca de um novo emprego e se depara com uma pessoa que já tinha passado em sua vida antes. O psicólogo Carlos sempre viu nela um grande mistério, e, essa reaproximação será fundamental para os fatos que irão se desenrolar.  Esse é um livro que aborda o tema da paranormalidade, poder da mente e discussões teológicas. Como sempre o autor Cesar Luis nos traz assuntos profundos e que nos fazem refletir sobre fatos que nos empurraram como verdades absolutas.  A parceria com o autor Boriska Petrovna parece ter funcionado bem. É um livro de ficção mas que deve ser lido com o olho crítico e pesquisador. Recomendo a leitura.  #AmeninaQueNãoGostavaDeCorDeRosa#BoriskaPetrovna#CesarLuis#marryAquinnah#Resenha#AutorNacional#Paranormalidade#LiteraturaNaciona#LiteraturaBrasileira#Ficção#Aventura#AmoLer#Instabooks
Jéssica Kramer tem o dom da paranormalidade; concebida em um ritual das trevas, ela é peça importante para que um mal sem precedentes se espalhe na Terra. Consciente de seus poderes, Jéssica sabe que poderá usá-los em benefício próprio, para defender-se da maldade alheia.
Ela não sabe nada sobre seus pais, criada desde sempre em um orfanato, teve que aprender a se bastar. Quando seus poderes começaram a se manifestar, tudo era muito confuso e ela não sabia controlar.
Com o passar do tempo ela foi conseguindo dominar suas sensações, tornando-se uma sensitiva extremamente forte. Mas apesar de tudo ela é uma pessoa solitária, sem família e sem amigos O único que ainda permanecia por perto era o ancião que falava dentro de sua cabeça tentando influenciá-la.
Buscando viver por conta própria, Jéssica sai em busca de um novo emprego e se depara com uma pessoa que já tinha passado em sua vida antes.
O psicólogo Carlos sempre viu nela um grande mistério, e, essa reaproximação será fundamental para os fatos que irão se desenrolar.
Esse é um livro que aborda o tema da paranormalidade, poder da mente e discussões teológicas. Como sempre o autor Cesar Luis nos traz assuntos profundos e que nos fazem refletir sobre fatos que nos empurraram como verdades absolutas.
A parceria com o autor Boriska Petrovna parece ter funcionado bem. É um livro de ficção mas que deve ser lido com o olho crítico e pesquisador. Recomendo a leitura.
Postado originalmente em https://deskgram.org/explore/tags/paranormalidade
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Resenha blog tecnocibernetico-“Sete Noites em Claro”

via Resenha blog tecnocibernetico

MILD ORANGE – Rock Suave.

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Mild Orange, banda  de Dunedin, na Nova Zelândia, um rock maneiro, com guitarras dedilhadas, muita melodia, músicas para viajar.

Eles lançaram recentemente  o primeiro disco, “Foreplay”. Por sua vez, o nome da banda , traduzido para o português, simplesmente, “laranja suave”, passa o clima da banda, que pode ser notado em “Some Thing”, o hit.

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Você pode ouvir o disco deles;  https://soundcloud.com/mildorange. As letras tratam do amor à distância, sobre o amor ingênuo, isso embalado , pela levada, que transmite calma, passa serenidade, relaxa.

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A Laranja Suave, Mild Orange, surge com Josh Mehrtens e Josh Reid, ambos tocam guitarra, Tom Kelk, baixista; Jack Ferguson, na bateria. Eles ainda não fizeram shows  em outros países, mas logo deverão ser conhecidos nos Estados Unidos e na Europa. A sonoridade permite que subam em palcos por todo o mundo.

 

 

“Candabul”

Tecnocibernético

Candabul”

( Boriska Petrovna)

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Ofélia, uma bela e formosa moça, a todos encantava com sua beleza, morava, com seus pais na Quinta de Don Álvaro, em uma residência rústica, onde cultivavam uvas. Naquele ano, apesar do plantio, não houve colheita. Assim, Don Àlvaro preocupado buscou ajuda na paróquia, fizeram novenas e orações, mas não obteve resultado. Então, veio a saber de Matacabel, uma espécie de mágico feitiçeiro que andava por aquelas bandas. Tinha fama de resolver problemas, o homem que fazia chover.

Assim, com seus feitiços, obtiveram uma boa colheita, ao mesmo tempo, despertou o medo entre os inocentes camponeses que ficaram com receio de sua fama de bruxo.

Então, Matacabel pode descansar, com moedas de ouro, mesa farta, vinho, festas e cantorias. Foi então que seus olhos observaram Ofélia, a bela e formosa jovem, que o encantou. No entanto, seus pais, não ficaram satisfeitos com o interesse do bruxo…

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“O Suspeito Mora Ao Lado”-Filme

Tecnocibernético

O Suspeito Mora ao Lado” foi uma grande surpresa, tanto por ser fora do padrão hollywoodiano, dirigido por Jacob Tierney, um canadense que nos apresenta um filme que te envolve do começo ao fim,parece ser uma história de terror, mas não chega a ser, tem uma boa dose de suspense, é super coloquial, aparenta ser leve,com ares de comédia, humor negro, mas não se trata disso, a película vai lá no fundo, mostrando a obscuridade do ser humano, sua natureza maligna,tudo com muita sutileza, mas  ao mesmo tempo não deixa de ser  violento.e assustador.

Logo percebemos  que as intrigas , como a vizinha que odeia gatos e implica e xinga todo mundo, aparentemente banais, que nos  levam a pensar duas vezes antes de fazermos considerações sobre as pessoas.

É uma lição de vida, principalmente daqueles  que convivem perto da gente, que pensamos se tratar de pessoas civilizadas, que…

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A Menina que não gostava de Cor de Rosa e o Linguiçeiro da rua Arvoreedo

No livro “A Menina que não gostava de Cor de Rosa” de Boriska Petrovna e Cesar Luiz, faz citação ao caso do linguiçeiro, confira os fatos reais que foram relatados na obra literária.

José Ramos: O linguiceiro da rua Arvoredo

 

post publicado originalmente em http://noitesinistra.blogspot.com.br/2015/02/jose-ramos-o-linguiceiro-da-rua-arvoredo.html#.WfogQY-PIfM

Saudações amigos e amigas. Hoje eu volto a contar com a dica de postagem enviada por uma leitora, a nossa querida amiga Shéron Luiz. O tema proposto são os crimes cometidos por José Ramos, episódio que ficou conhecido como “O crime da rua Arvoredo”, ou mesmo “O linguiceiro da rua Arvoredo”, e que estremeceu Porto Alegre por volta de 1864.
Lembro-me de ter lido o livro O Maior Crime da Terra, do escritor e historiador Décio Freitas, na época em que eu cursava o ensino médio (final da década de 90). O escritor vasculhou os arquivos históricos de Porto Alegre, atrás de informações que pudessem confirmar a história que se contava de geração em geração. O escritor encontrou registros e alguns detalhes do crime, que ao longo dos anos ganhou o status de lenda urbana porto alegrense, e reuniu esse material no livro.
Segundo o historiador os processos relacionados ao caso estão incompletos, faltam folhas, sem contar que o material é todo manuscrito em português arcaico, o que contribui para dificultar o trabalho de quem tenta desvendar as historias dos crimes e de possível ato de canibalismo. E foi justamente o canibalismo que, segundo Décio Freitas, pode ter levado o caso a ser uma ferida dolorosa no seio da alta sociedade de Porto Alegre daquela época, e isso teria levado ao descaso no arquivamento de certas partes do processo.
O amigo e a amiga devem estar confusos, se perguntando o porquê de uma sociedade ter medo de revelar os segredos de um crime tão horrendo. Eu explico, José Ramos teria assassinado algumas pessoas, com o auxílio de sua parceira, Catarina Palse, e como forma de ocultar os cadáveres, usou a carne dos mesmos como matéria prima para confecção de linguiça, sendo que essa era vendida a muitos figurões da sociedade gaúcha.
Embora o blog Noite Sinistra já existe há um tempo considerável, eu sempre evitei falar desse assunto por alguns motivos. O mais importante desses motivos é que caso virou lenda, com muitas variações, portanto sempre haverão comentários retrucando a versão postada aqui. Certamente nenhuma das versões conhecidas para esse caso é de fato a verdadeira, que, como o historiador mencionado acima, relatou em seu livro, pode ter sido perdida ao longo do tempo e do descaso. Mas como a amiga Shéron solicitou o tema, eu acabei me mobilizando para escrever um pouco a respeito.

Os crimes da rua Arvoredo – Porto Alegre

No ano de 1864, as vésperas das animosidades da Guerra do Paraguai, Porto Alegre se espantava com um caso que chocante. Dois corpos são encontrados em um velho poço, nos fundos de uma casa simples. Os cadáveres pertenciam a um comerciante português e um caixeiro de 16 anos de idade. Ambos tinham a cabeça aberta por golpe de objeto cortante, possivelmente machado, e ambos haviam sido degolados. Para completar o cenário, junto a eles foi encontrado o cadáver de um cachorro, que os habitantes da cidade sabiam ser do caixeiro assassinado.
Durante as investigações a polícia chegou a José Ramos (algumas fontes afirmam que tinha 26 anos) e Catarina Palsen. Catarina era uma mulher nascida na Hungria, mas que falava a língua alemã e compartilhava dessa cultura, o que levou as pessoas a considerá-la de descendência germânica.
José é acusado pelo assassinato e Catarina acusada como cúmplice. Ambos são levados a júri e condenados. Esse poderia ser o fim da história toda, mas era apenas o começo de uma trama que desencadeou pesadelos e terror em meio aos porto alegrenses.

LUNA Editora

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Boriska Petrovna – Autor de “A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa”

Boriska Petrovna

Boriska Petrovna é autor de “A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa”, obra de ficção publicada pela Luna Editora, que teve a colaboração do escritor Cesar Luis, autor, de “Pedras Negras” entre outros títulos editados pela mesma casa editorial.

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O escritor Boriska Petrovna é conhecido pelo público leitor português por sua participação em coletâneas do gênero Horror, como o conto TRISCADECAFOBIA, o medo de Sexta 13. Com a colaboração de Cesar Luis escreveram a estória de Jessica Kramer , a garota paranormal, com caráter fantasioso, ficcional, como uma narrativa mágica sobre o mundo invisível, o sobrenatutral. Aliás, a característica principal, o misticismo e esoterismo, deste autor lusófono.

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O Tema do oculto, do inusitado, o escritor cultiva as flores do inconcebível por meio de sua narrativa original e empolgante. Em seus textos, os fenômenos sobrenaturais, a prática mágica regem as leis do imaginário que encantam e fascinam os leitores.

Entrevista com o escritor Cesar Luis, postado originalmente em na data de 6/08/2017 em http://meuslivrosdeliteraturaehistoria.blogspot.com.br/2017/08/entrevista-com-autora-cesar-luis.html.   

Autor de cinco títulos, com destaque para Pedras Negras e Saluh, além de A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa https://www.amazon.com.br/MENINA-QUE-N%C3%83O-GOSTAVA-ROSA-ebook/dp/B07252QHTJ 

“A menina que não gostava de COR-DE-ROSA” é uma obra de ficção cuja trama trata da paranormalidade de uma órfã chamada Jéssica Kramer. Trata-se de uma trama diabólica, por meio de um  texto, que beira o sinistro, além de provocar o medo, instigando a imaginação, do leitor(a), escrito em colaboração com Boriska Petrovna; assista ao booktrailer  https://www.youtube.com/watch?v=2V8k-nioqpo

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  1. Fale um pouco sobre sua trajetória de vida, antes de se dedicar à literatura.

Eu nasci e cresci em São Bernardo do Campo – SP, fui educado em um grande colégio católico e desde sempre fui atraído pelas artes e esportes. Os esportes ainda têm espaço importante na minha vida, mas as artes ocupam a maior parte do meu tempo. Nos últimos 30 anos eu me dediquei à música e às artes plásticas, mas foi a atividade marginal de escrever que acabou prevalecendo.

  1. Quando descobriu sua “vocação” para escrever?

Descobri a escrita escrevendo. Nos meus tempos de Faculdade de Direito comecei a escrever ensaios sobre filosofia (o que me custou o diploma, pois a filosofia destruiu toda ilusão que ainda me restava sobre o universo jurídico). Antes eu desenvolvia meus pensamentos em forma de poemas e letras de música, mas foi a prosa que mostrou o melhor caminho pra satisfazer minhas necessidades de expressão artística.

  1. Fale um pouco sobre os livros que já publicou.

Até hoje são cinco títulos. O primeiro e o segundo (Pedras Negras e Saluh) abordam temas comumente conhecidos como “Teorias da Conspiração”, mas não se limitam a isso. Apesar de ir um pouco além do “normal”, esses dois livros são bastante interessantes no conteúdo.

Recentemente foi lançado “A Menina que não gostava de Cor-de-Rosa” que foi uma colaboração minha com o escritor goiano, Carlos Pompeu (Boriska Petrovna). O livro aborda o tema da naturalidade do sobrenatural e como a ignorância combina com a ganância (igual queijo e goiabada).

!!!

Jéssica Kramer- A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa

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Jéssica Kramer é uma garota paranormal, orfã de pai e mãe, adotada por um casal atormentado por vidas passadas, que acaba sendo internada em um manicômio, mas ela  foge, desorientada, sem saber ao certo quem é.

Aos poucos, com o tempo, diante dos obstáculos que a vida lhe reserva vai descobrindo seus poderes psíquicos, inclusive chega pensar estar possuída pelo diabo, busca apoio na psicologia, inconscientemente, por meio de um psicólogo voluntário, mas acaba por enlouquecer, ou deixá-lo com mais dúvidas do que convicções, seu orientador, então, leva o caso até, um amigo,  um padre para fazer seu exorcismo, visto se essa sua especialidade, mas  este religioso, por sua vez, é cheio de culpa e arrependimento, pelo seu passado.

Isso causou mais transtornos para si, do que para a menina, que, por sua vez, em uma outra situação, havia sido oferecida, como sacrifício, por seus pais biológicos, que se suicidaram, na verdade fizeram um acordo espiritual, se desencarnando, podendo , dessa forma, escapar de  uma seita satânica, com a qual fizeram um pacto, de lhe entregar a criança, que, por sua vez, a usariam , seu corpo, seu espírito, sua alma, para realizar um ritual que traria o anticristo, ou algo semelhante, com uma energia escura e, dessa forma, estabelecer o reino das trevas na Terra.

https://www.amazon.com.br/MENINA-QUE-N%C3%83O-GOSTAVA-ROSA-ebook/dp/B07252QHTJ