THE FIRST STONE

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Reef é um garoto problema de 16 anos que curte fumar “pot”, o figura , assim como sua turma, são turbulentos e adoram beber e aprontar. Para quem não sabe “pot” é uma gíria para maconha, mas apesar da “erva da paz”, tida como do diabo por alguns, “tios”, aliás, a galera do Reef,  que , embalados, pelos drinks & drugs; curtem atirar pedras de cima de pontes nas estradas, o que causa enormes tragédias,  os caras são do mal.

Mas uma dessas pedras atiradas atingem, o para brisas do carro, dirigido pela  jovem Leeza, de apenas 17 anos, que por causa da brincadeira de mau gosto vai para no hospital por três meses, tendo que após as férias forçadas ter que reaprender a andar. K-raio. Bullshit!

Reef, por sua vez, vai em cana e vai parar no tribunal; de onde é enviado para um centro de reabilitação. No entanto, o maluco acaba encontrando Leeza, mas ambos não sabem , ainda, quem realmente são, ou seja,  essa é a trama, o enredo, de THE FIRST STONE, do premiado autor Don Aker, ex-professor de ensino médio, com mais de 60 anos, o escritor, sem querer rotular, mas já exercendo a função; se revela uma caretão, ao colocar o “pot”, a maconha, como sendo parte do coquetel maligno, se fosse cocaína ou uma droga sintética somada ao álcool, essa é a opinião dele, enfim.

Particularmente, não acredito que um “Joint”, possa estimular alguém a ter reações violentas ao contrário de outras drogas, sendo que a “Canabis” nem droga é, apenas uma planta, mas tudo bem, o “tio”, usou a “substância controlada( controlled substance),como forma de chamar atenção e denegrir o seu consumo, deve ser isso.  Também costumo ligar a “ganja” á Bob Marley que não deve ser um cara “violento”;  o que fica nítido a intenção de tratar um pothead, “maconheiro”,  como sendo agente do mal, sendo que a erva, ela,é do bem, aliás Don Aker não deve saber ou não quis informar que o canabidiol, substância encontrada na “marijuana”, apresenta ótimos resultados em tratamentos psiquiátricos.  Particularmente espero iniciar rápido um tratamento para desfazer minhas mazelas emocionais.

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Além disso, segundo pesquisas na internet, isso mesmo,  o uso diário da substância, pode, proteger o fígado, ao contrário das bebidas alcóolicas. Enfim, o livro, THE FIRST SONE, não foi traduzido para o português e o autor sequer é conhecido no Brasil; mas como um blogger, às vezes confundido como hacker, consegui uma cópia “pirata” que me serviu como uma forma de aprimorar meu aprendizado no idioma bretão, mas apesar do “tio” , brincadeiras à parte; confundir “pot” com “crack”;ok, brother, tudo bem, a história é bem legal!

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“Candabul”

Tecnocibernético

Candabul”

( Boriska Petrovna)

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Ofélia, uma bela e formosa moça, a todos encantava com sua beleza, morava, com seus pais na Quinta de Don Álvaro, em uma residência rústica, onde cultivavam uvas. Naquele ano, apesar do plantio, não houve colheita. Assim, Don Àlvaro preocupado buscou ajuda na paróquia, fizeram novenas e orações, mas não obteve resultado. Então, veio a saber de Matacabel, uma espécie de mágico feitiçeiro que andava por aquelas bandas. Tinha fama de resolver problemas, o homem que fazia chover.

Assim, com seus feitiços, obtiveram uma boa colheita, ao mesmo tempo, despertou o medo entre os inocentes camponeses que ficaram com receio de sua fama de bruxo.

Então, Matacabel pode descansar, com moedas de ouro, mesa farta, vinho, festas e cantorias. Foi então que seus olhos observaram Ofélia, a bela e formosa jovem, que o encantou. No entanto, seus pais, não ficaram satisfeitos com o interesse do bruxo…

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“O Suspeito Mora Ao Lado”-Filme

Tecnocibernético

O Suspeito Mora ao Lado” foi uma grande surpresa, tanto por ser fora do padrão hollywoodiano, dirigido por Jacob Tierney, um canadense que nos apresenta um filme que te envolve do começo ao fim,parece ser uma história de terror, mas não chega a ser, tem uma boa dose de suspense, é super coloquial, aparenta ser leve,com ares de comédia, humor negro, mas não se trata disso, a película vai lá no fundo, mostrando a obscuridade do ser humano, sua natureza maligna,tudo com muita sutileza, mas  ao mesmo tempo não deixa de ser  violento.e assustador.

Logo percebemos  que as intrigas , como a vizinha que odeia gatos e implica e xinga todo mundo, aparentemente banais, que nos  levam a pensar duas vezes antes de fazermos considerações sobre as pessoas.

É uma lição de vida, principalmente daqueles  que convivem perto da gente, que pensamos se tratar de pessoas civilizadas, que…

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A Menina que não gostava de Cor de Rosa e o Linguiçeiro da rua Arvoreedo

No livro “A Menina que não gostava de Cor de Rosa” de Boriska Petrovna e Cesar Luiz, faz citação ao caso do linguiçeiro, confira os fatos reais que foram relatados na obra literária.

José Ramos: O linguiceiro da rua Arvoredo

 

post publicado originalmente em http://noitesinistra.blogspot.com.br/2015/02/jose-ramos-o-linguiceiro-da-rua-arvoredo.html#.WfogQY-PIfM

Saudações amigos e amigas. Hoje eu volto a contar com a dica de postagem enviada por uma leitora, a nossa querida amiga Shéron Luiz. O tema proposto são os crimes cometidos por José Ramos, episódio que ficou conhecido como “O crime da rua Arvoredo”, ou mesmo “O linguiceiro da rua Arvoredo”, e que estremeceu Porto Alegre por volta de 1864.
Lembro-me de ter lido o livro O Maior Crime da Terra, do escritor e historiador Décio Freitas, na época em que eu cursava o ensino médio (final da década de 90). O escritor vasculhou os arquivos históricos de Porto Alegre, atrás de informações que pudessem confirmar a história que se contava de geração em geração. O escritor encontrou registros e alguns detalhes do crime, que ao longo dos anos ganhou o status de lenda urbana porto alegrense, e reuniu esse material no livro.
Segundo o historiador os processos relacionados ao caso estão incompletos, faltam folhas, sem contar que o material é todo manuscrito em português arcaico, o que contribui para dificultar o trabalho de quem tenta desvendar as historias dos crimes e de possível ato de canibalismo. E foi justamente o canibalismo que, segundo Décio Freitas, pode ter levado o caso a ser uma ferida dolorosa no seio da alta sociedade de Porto Alegre daquela época, e isso teria levado ao descaso no arquivamento de certas partes do processo.
O amigo e a amiga devem estar confusos, se perguntando o porquê de uma sociedade ter medo de revelar os segredos de um crime tão horrendo. Eu explico, José Ramos teria assassinado algumas pessoas, com o auxílio de sua parceira, Catarina Palse, e como forma de ocultar os cadáveres, usou a carne dos mesmos como matéria prima para confecção de linguiça, sendo que essa era vendida a muitos figurões da sociedade gaúcha.
Embora o blog Noite Sinistra já existe há um tempo considerável, eu sempre evitei falar desse assunto por alguns motivos. O mais importante desses motivos é que caso virou lenda, com muitas variações, portanto sempre haverão comentários retrucando a versão postada aqui. Certamente nenhuma das versões conhecidas para esse caso é de fato a verdadeira, que, como o historiador mencionado acima, relatou em seu livro, pode ter sido perdida ao longo do tempo e do descaso. Mas como a amiga Shéron solicitou o tema, eu acabei me mobilizando para escrever um pouco a respeito.

Os crimes da rua Arvoredo – Porto Alegre

No ano de 1864, as vésperas das animosidades da Guerra do Paraguai, Porto Alegre se espantava com um caso que chocante. Dois corpos são encontrados em um velho poço, nos fundos de uma casa simples. Os cadáveres pertenciam a um comerciante português e um caixeiro de 16 anos de idade. Ambos tinham a cabeça aberta por golpe de objeto cortante, possivelmente machado, e ambos haviam sido degolados. Para completar o cenário, junto a eles foi encontrado o cadáver de um cachorro, que os habitantes da cidade sabiam ser do caixeiro assassinado.
Durante as investigações a polícia chegou a José Ramos (algumas fontes afirmam que tinha 26 anos) e Catarina Palsen. Catarina era uma mulher nascida na Hungria, mas que falava a língua alemã e compartilhava dessa cultura, o que levou as pessoas a considerá-la de descendência germânica.
José é acusado pelo assassinato e Catarina acusada como cúmplice. Ambos são levados a júri e condenados. Esse poderia ser o fim da história toda, mas era apenas o começo de uma trama que desencadeou pesadelos e terror em meio aos porto alegrenses.

LUNA Editora

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Boriska Petrovna – Autor de “A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa”

Boriska Petrovna

Boriska Petrovna é autor de “A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa”, obra de ficção publicada pela Luna Editora, que teve a colaboração do escritor Cesar Luis, autor, de “Pedras Negras” entre outros títulos editados pela mesma casa editorial.

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O escritor Boriska Petrovna é conhecido pelo público leitor português por sua participação em coletâneas do gênero Horror, como o conto TRISCADECAFOBIA, o medo de Sexta 13. Com a colaboração de Cesar Luis escreveram a estória de Jessica Kramer , a garota paranormal, com caráter fantasioso, ficcional, como uma narrativa mágica sobre o mundo invisível, o sobrenatutral. Aliás, a característica principal, o misticismo e esoterismo, deste autor lusófono.

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O Tema do oculto, do inusitado, o escritor cultiva as flores do inconcebível por meio de sua narrativa original e empolgante. Em seus textos, os fenômenos sobrenaturais, a prática mágica regem as leis do imaginário que encantam e fascinam os leitores.

Entrevista com o escritor Cesar Luis, postado originalmente em na data de 6/08/2017 em http://meuslivrosdeliteraturaehistoria.blogspot.com.br/2017/08/entrevista-com-autora-cesar-luis.html.   

Autor de cinco títulos, com destaque para Pedras Negras e Saluh, além de A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa https://www.amazon.com.br/MENINA-QUE-N%C3%83O-GOSTAVA-ROSA-ebook/dp/B07252QHTJ 

“A menina que não gostava de COR-DE-ROSA” é uma obra de ficção cuja trama trata da paranormalidade de uma órfã chamada Jéssica Kramer. Trata-se de uma trama diabólica, por meio de um  texto, que beira o sinistro, além de provocar o medo, instigando a imaginação, do leitor(a), escrito em colaboração com Boriska Petrovna; assista ao booktrailer  https://www.youtube.com/watch?v=2V8k-nioqpo

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  1. Fale um pouco sobre sua trajetória de vida, antes de se dedicar à literatura.

Eu nasci e cresci em São Bernardo do Campo – SP, fui educado em um grande colégio católico e desde sempre fui atraído pelas artes e esportes. Os esportes ainda têm espaço importante na minha vida, mas as artes ocupam a maior parte do meu tempo. Nos últimos 30 anos eu me dediquei à música e às artes plásticas, mas foi a atividade marginal de escrever que acabou prevalecendo.

  1. Quando descobriu sua “vocação” para escrever?

Descobri a escrita escrevendo. Nos meus tempos de Faculdade de Direito comecei a escrever ensaios sobre filosofia (o que me custou o diploma, pois a filosofia destruiu toda ilusão que ainda me restava sobre o universo jurídico). Antes eu desenvolvia meus pensamentos em forma de poemas e letras de música, mas foi a prosa que mostrou o melhor caminho pra satisfazer minhas necessidades de expressão artística.

  1. Fale um pouco sobre os livros que já publicou.

Até hoje são cinco títulos. O primeiro e o segundo (Pedras Negras e Saluh) abordam temas comumente conhecidos como “Teorias da Conspiração”, mas não se limitam a isso. Apesar de ir um pouco além do “normal”, esses dois livros são bastante interessantes no conteúdo.

Recentemente foi lançado “A Menina que não gostava de Cor-de-Rosa” que foi uma colaboração minha com o escritor goiano, Carlos Pompeu (Boriska Petrovna). O livro aborda o tema da naturalidade do sobrenatural e como a ignorância combina com a ganância (igual queijo e goiabada).

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Jéssica Kramer- A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa

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Jéssica Kramer é uma garota paranormal, orfã de pai e mãe, adotada por um casal atormentado por vidas passadas, que acaba sendo internada em um manicômio, mas ela  foge, desorientada, sem saber ao certo quem é.

Aos poucos, com o tempo, diante dos obstáculos que a vida lhe reserva vai descobrindo seus poderes psíquicos, inclusive chega pensar estar possuída pelo diabo, busca apoio na psicologia, inconscientemente, por meio de um psicólogo voluntário, mas acaba por enlouquecer, ou deixá-lo com mais dúvidas do que convicções, seu orientador, então, leva o caso até, um amigo,  um padre para fazer seu exorcismo, visto se essa sua especialidade, mas  este religioso, por sua vez, é cheio de culpa e arrependimento, pelo seu passado.

Isso causou mais transtornos para si, do que para a menina, que, por sua vez, em uma outra situação, havia sido oferecida, como sacrifício, por seus pais biológicos, que se suicidaram, na verdade fizeram um acordo espiritual, se desencarnando, podendo , dessa forma, escapar de  uma seita satânica, com a qual fizeram um pacto, de lhe entregar a criança, que, por sua vez, a usariam , seu corpo, seu espírito, sua alma, para realizar um ritual que traria o anticristo, ou algo semelhante, com uma energia escura e, dessa forma, estabelecer o reino das trevas na Terra.

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A Menina que não gostava de Cor de Rosa – Ficção

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A eletrizante aventura de uma garota paranormal, Jéssica Kramer, pequena  orfã, que é concebida , em um pacto com o diabo, por seus pais, que se arrependem após seu nascimento, tentam fugir, entregando a pequena Jéssica para adoção. Mas a seita macabra, a Horda de Hécate continua em seu encalço.

Trata-se de uma narrativa de ficção publicada, no formato livro e eletrônico da Luna Editora http://www.lunaeditora.com/ , o livro, um trhiller de suspense, propõe uma eletrizante, parece um filme de aventuras e estórias que relata uma trama sobrenatural.

No orfanato Jéssica Kramer envolve em um confusão, não explicada, onde é acusada de praticar atividades sobrenaturais. A criança tem poderes paranormais, mas não tem conhecimento, por isso se envolve em situações estranhas.

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O zelador, a assistente social e o psicólogo que cuidaram do caso não descobriram nada. Anos mais tarde, aos 17 anos, Jéssica foge do orfanato, mas seus poderes psíquicos são levados juntos. Jéssica é agressiva, ao sentir stress emocional, fica nervosa, furiosa, como um animal selvagem ela ataca com a força de seu pensamento.

Ao buscar fazer um estágio, consulta um psicólogo que vem a ser Carlos Gustavo, que ainda tem a lembrança do ocorrido no orfanato, onde prestava serviços. Aquele fato lhe chamou a atenção para atividade paranormais, a menina, na época, foi acusada de arrancar a cabeça de outra coleguinha, apesar da falta de evidências, aquilo chamou a atenção do psicólogo, que um dia, recebe, justamente, Jéssica para uma consulta para conseguir um emprego

Mas o que a garota paranormal não sabe é que fora concebida por meio de um pacto com o diabo que a prometera para um sacrifício, dezoito anos depois.

“A Menina Que Não Gostava de Cor de Rosa”. A obra de ficção, no formato livro e eletrônico, ode ser comprafa pela Amazon Os autores  Boriska Petrovna e César Luis,

 

 

Assista ao booktrailer no YouTube

 

Compre pelo e-book

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“ A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa”

Você acredita em fenômenos paranormais e que forças sinistras podem manipular as realidades transpsicológicas ?

A Luna Editora http://www.lunaeditora.com/ acredita que existe um público leitor fiel, mesmo sendo evidente, o9 que vislumbra a realidade que, segundo informações, que a galera ,em geral, não gosta de ler, remando contra essa corrente, que observa de uma forma equivocada o mercado editorial, a editora com seus títulos, de Ficção, aposta no sentimento que mexe com as emoções humanas, como o medo provocado por fantásticas histórias de terror e com ficção científica, uma fórmula mágica que tem alcançado o sucesso no mercado editorial internacional.

Tratam de temas clássicos, da Ficção, tendo o misticismo e o ocultismo, a fantasia e a especulação do imaginário como forma de entretenimento, buscando, por meio de fortes emoções literárias , por meio de textos, provindo do sublime imaginário do se4us novos autores, que interagem com a dinâmica dos novos tempos da narrativa de ficção conhecidas como “Easy Reading”

A leitura dessa lenda urbana, uma fantástica estória de ficção“ A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa” tem uma trama diabólica, por meio de um  texto, apesar de sinistro, de provocar o medo, instigar a imaginação; flui pelo inusitado, da narrativa no insólito, de uma garota paranormal, com perspectivas sobrenaturais, com a presença de espíritos malignos, maldições; até mesmo a presença de padres exorcistas, atormentados por fantasmas.

Isso abre a janela de que ficção apavorante, que provoca  o medo, o pavor dentro de um E-Book , ainda, é controlável’, sabemos que é algo que não pode nos machucar de verdade”. Leia e sinta toda a emoção dessa incrível estória.

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A leitura dessa lenda urbana, uma fantástica estória de ficção“ A Menina que Não Gostava de Cor de Rosa” tem uma trama diabólica, por meio de um  texto, apesar de sinistro, de provocar o medo, instigar a imaginação; flui pelo inusitado, da narrativa no insólito, de uma garota paranormal, com perspectivas sobrenaturais, com a presença de espíritos malignos, maldições; até mesmo a presença de padres exorcistas, atormentados por fantasmas.

Isso abre a janela de que ficção apavorante, que provoca  o medo, o pavor dentro de um E-Book , ainda, é controlável’, sabemos que é algo que não pode nos machucar de verdade”. Leia e sinta toda a emoção dessa incrível estória.

 

 

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Booktrailer

https://www.youtube.com/watch?v=2V8k-nioqpo